Já estou
farto da analogia do Einstein.
As
redes sociais me saturaram com incontáveis releituras daquela sua
frase icônica sobre a genialidade dos peixes escaladores.
Sabe,
aquela “Se você julgar um peixe pela sua capacidade de subir em
árvores, ele vai passar sua vida inteira achando que é estúpido”?
Então.
Creio que chegamos num ponto social em que precisamos de uma analogia
mais moderna.
Andei
pensando em algo relativo a talheres.
Sabe,
as pessoa são tipo talheres, cada um tem uma função no grande
banquete da vida (eu gostei de onde isso está indo).
Mesmo
as melhores colheres não passam de garfos medíocres(Ouvi isso num
show de Stand up).
E
isso vale pra tudo: não dá pra tomar sopa com uma faca, nem cortar
um bife mal passado com um garfo.
E
é como como aquela tia do Titanic disse pro Jack antes de morrer:
você começa indo de fora pra dentro, dos menorzinhos até os
maiores(eu não tenho bem certeza o que isso significa na analogia).
Num
mundo globalizado e que requer cada vez mais multi-tasking, precisamos
de mais gente multitarefas. Precisamos de mais garfolheres.
Não
ouso prosseguir.
Talvez
tudo fique até melhor, mais fácil e mais eficiente, mas minha
analogia definitivamente tem de se encerrar por aqui.
Isso
porque nem cheguei a citar os frágeis e inconvenientes canivetes
culinários!
A
questão que fica é: um mundo com mais garfolheres é um mundo onde
vale a pena se viver?
Nenhum comentário:
Postar um comentário