Tudo começou quando eu estava na 3ª série e
jogava tazos no ventilador.
Eu sempre fui bom aluno e acabava minhas lições
ante de todo mundo.
Um dia, quando eu acabei muito
antes, e estava entediado, resolvi começar a escrever o nome de meus
colegas de classe na última página do meu livro de geografia.
Depois que acabei, e ainda sem nada pra fazer,
comecei a escrever o nome de todo mundo de novo, só que dessa
vez ao contrário. E, de repente, BAM! EpileF nasceu.
(Antes de prosseguirmos gostaria aqui de destacar
os também notáveis RotiV, NaneR e EnavoiG)
Salto no tempo, estamos agora na era Orkut
(lembram-se?). Pois para criar um Orkut, era necessário um endereço
de e-mail. Era chegado o momento de eu criar um. Sim, eu demorei
pacas a ter um 1º e-mail!
Um dos reflexos dessa minha demora a ingressar no
mundo virtual foi que as possibilidades com meu nome (Felipe) estavam
praticamente esgotadas! Após frustantes minutos mesclando letras e
números, a solução m pareceu bem clara: EpileF me era útil pela
primeira vez.
Pois quando eu criei meu Orkut, descobri que ele
não se tratava só de conversar com amigos e entrar em comunidades
engraçadas. Era uma Rede Social,
e
eu nunca fui fã de compartilhar. Eu queira fazer parte daquilo, mas
não estava disposto a ser obrigado a me entregar na mão do sistema.
Adotei
EpileF como sobrenome. Só meus amigos sabiam quem eu era. Não havia
fotos em meu perfil. Ainda assim, eu não era um fake. A partir daí,
surgiu um pequeno conflito de identidade. Meu “anonimato” público
me incentivou a praticar a arte que hoje é conhecida por vocês como
zoeira .
O Felipe, no mudo real fazia isso. Um pouco. O
EpileF, no Orkut, abusava.
O tempo passou. O Orkut se foi. Veio o Ensino
Médio, e com ele o advento de mais redes sociais. Após um ano
desprezando o Twitter, reparei que ele era interessante.
Principalmente essa parte de “seguir” aquelas pessoas que você
escolhe. Após conhecer o (genial) Perfil do LOBO_DA_CORAGEM,
me veio um impulso. E, mais uma vez, EpileF renasceu. Desta vez para
ficar!
este cara!
Quando os 180 caracteres do twitter se tornaram
insuficientes, resolvi “turbinar”, criando um Facebook. Mas este
logo se tornou uma decepção, e um dia farei um post falando sobre o
porquê.
Fato é que, com o tempo, até o Facebook se torou
pequeno demais para o EpileF, que agora não era apenas um “mlk
zuero”: ele tinha conceitos, filosofias, opiniões diferentes do
autor. E isso vocês logo verão. O blog é dele afinal!
Senhores, o Felipe fica por aqui. Talvez eu nunca
mais apareça por essas bandas, pois o Blog não sobre o autor, mas
sim sobre o personagem EpileF. Foi um prazer imenso poder fazer esta introdução, além de um alívio, pois nunca mais terei que explicar tudo de novo! Fiquem agora com ele, minha
criação, o EpileF!

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