quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Editorial #00 - Introdução

Tudo começou quando eu estava na 3ª série e jogava tazos no ventilador.
Eu sempre fui bom aluno e acabava minhas lições ante de todo mundo.
Um dia, quando eu acabei muito antes, e estava entediado, resolvi começar a escrever o nome de meus colegas de classe na última página do meu livro de geografia.
Depois que acabei, e ainda sem nada pra fazer, comecei a escrever o nome de todo mundo de novo, só que dessa vez ao contrário. E, de repente, BAM! EpileF nasceu.
(Antes de prosseguirmos gostaria aqui de destacar os também notáveis RotiV, NaneR e EnavoiG)

Salto no tempo, estamos agora na era Orkut (lembram-se?). Pois para criar um Orkut, era necessário um endereço de e-mail. Era chegado o momento de eu criar um. Sim, eu demorei pacas a ter um 1º e-mail!
Um dos reflexos dessa minha demora a ingressar no mundo virtual foi que as possibilidades com meu nome (Felipe) estavam praticamente esgotadas! Após frustantes minutos mesclando letras e números, a solução m pareceu bem clara: EpileF me era útil pela primeira vez.

Pois quando eu criei meu Orkut, descobri que ele não se tratava só de conversar com amigos e entrar em comunidades engraçadas. Era uma Rede Social, e eu nunca fui fã de compartilhar. Eu queira fazer parte daquilo, mas não estava disposto a ser obrigado a me entregar na mão do sistema.

Adotei EpileF como sobrenome. Só meus amigos sabiam quem eu era. Não havia fotos em meu perfil. Ainda assim, eu não era um fake. A partir daí, surgiu um pequeno conflito de identidade. Meu “anonimato” público me incentivou a praticar a arte que hoje é conhecida por vocês como zoeira .
O Felipe, no mudo real fazia isso. Um pouco. O EpileF, no Orkut, abusava.

O tempo passou. O Orkut se foi. Veio o Ensino Médio, e com ele o advento de mais redes sociais. Após um ano desprezando o Twitter, reparei que ele era interessante. Principalmente essa parte de “seguir” aquelas pessoas que você escolhe. Após conhecer o (genial) Perfil do LOBO_DA_CORAGEM, me veio um impulso. E, mais uma vez, EpileF renasceu. Desta vez para ficar!

este cara!


Quando os 180 caracteres do twitter se tornaram insuficientes, resolvi “turbinar”, criando um Facebook. Mas este logo se tornou uma decepção, e um dia farei um post falando sobre o porquê.
Fato é que, com o tempo, até o Facebook se torou pequeno demais para o EpileF, que agora não era apenas um “mlk zuero”: ele tinha conceitos, filosofias, opiniões diferentes do autor. E isso vocês logo verão. O blog é dele afinal!


Senhores, o Felipe fica por aqui. Talvez eu nunca mais apareça por essas bandas, pois o Blog não sobre o autor, mas sim sobre o personagem EpileF. Foi um prazer imenso poder fazer esta introdução, além de um alívio, pois nunca mais terei que explicar tudo de novo! Fiquem agora com ele, minha criação, o EpileF!


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